segunda-feira, 28 de novembro de 2011

UE diz que pacto climático é insuficiente e quer acordo até 2015

O mundo precisa de um projeto muito mais ambicioso para cortar as emissões de gases-estufa do que o Protocolo de Kyoto, disseram os negociadores da UE (União Europeia) para o clima nesta segunda-feira. Eles pedem que um acordo global seja alcançado até 2015 e colocado em prática até 2020.

O tempo está acabando para salvar o Protocolo de Kyoto, que estabelece cortes legalmente vinculantes nas emissões para a maioria das grandes economias e foi criado para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global, o aumento nas condições climáticas extremas e a perda de plantações.

"Kyoto sozinho não é capaz de salvar o planeta (...), os países estão fugindo do Protocolo de Kyoto", disse o negociador climático europeu Artur Runge-Metzger em uma entrevista à imprensa em Durban, onde acontece a COP-17 (17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas).

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Comentário:

Já está mais que na hora dos países se juntarem para,

encontrar uma solução para o aquecimento global.

Manchas de óleo são registradas no litoral do PR

Cerca de dez dias após o vazamento de óleo na bacia de Campos, no Rio de Janeiro, manchas de óleo foram encontradas por técnicos ambientais no litoral do Paraná, na última sexta-feira (18).

Segundo o IAP (Instituto Ambiental do Paraná), as manchas são "relativamente pequenas" e ainda não é possível afirmar se elas estão relacionadas com o acidente no RJ.

Entre as hipóteses levantadas pelo instituto, está a de que o óleo tenha vazado de um navio, já que o porto de Paranaguá fica a poucos quilômetros do balneário.

O óleo foi observado num único balneário, em Pontal do Paraná, a 96 km de Curitiba. Eram pequenas manchas no mar e também na areia, em detritos trazidos com a maré. De acordo com o IAP, não foi registrada mortandade de animais.

Os técnicos tentaram fazer uma incursão em mar na sexta-feira para verificar a origem do material, mas não conseguiram devido à chuva.

Uma nova vistoria será feita amanhã (21). O IAP afirma que as manchas não aumentaram durante o final de semana.

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Comentário:

Poluição, mais casos de poluição. Se não é poluição do ar,

é poluição da água.

Médicos fazem cirurgia de coração sem cortes e com o auxílio de robô

Os médicos do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, realizaram uma cirurgia de coração inédita na América Latina. Eles usaram um robô para fazer uma ponte de safena - sem abrir o peito do paciente.

O vigilante Alvacir Silveira tinha uma obstrução em uma das artérias coronárias e o sangue chegava com dificuldade ao coração. Por isso, precisou fazer uma ponte de safena. No caso de Silveira, os médicos retiraram uma artéria que fica atrás da mama e colocaram no coração. A grande diferença foi o modo de realização do procedimento.

Em uma cirurgia convencional, é preciso abrir o peito do paciente com um corte de cerca de 25 centímetros, serrar o osso do peito e abrir a membrana que envolve o coração. Na cirurgia robótica, o médico consegue acessar o coração sem abrir o peito do paciente, fazendo apenas quatro furos pequenos no tórax.

O médico fica sentado em um console, a um metro do paciente, de onde comanda com as mãos e com os pés os movimentos do robô. Um dos braços mecânicos segura uma microcâmera que é inserida no tórax e capta imagens em alta definição. Nos outros braços ficam os instrumentos.

Com o robô, o médico faz movimentos extremamente delicados e exatos, já que a mão robótica não treme. Com a técnica menos agressiva, o tempo de recuperação do paciente cai de 60 para apenas 10 dias.

“Ele já volta às atividades normais como dirigir e carregar peso. Você não tem a abertura do peito e essa é a grande vantagem da cirurgia. Você tem um paciente que evolui de uma forma muito mais positiva”, explica o cirurgião cardíaco Robinson Poffo.

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Comentário:

Eu não gostaria de que fizessem uma cirurgia em mim com um robo,

não acho muito seguro, médicos usando robos para fazerem alguns serviços,

claro que eles podem até usar eles para fazer algumas coisas que do outro jeito

não tem como. Mas mesmo assim não acho seguro.

Médico americano diz ser possível fazer olhos castanhos virarem azuis

Um médico da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma poder transformar olhos castanhos em azuis com o uso de uma técnica a laser. Gregg Homer, membro da clínica Stroma Medical, desenvolveu uma tecnologia que consiste em modificar a região onde fica a melanina, o pigmento marrom do olho.

A melanina está presente em todos os humanos e quanto mais concentrada, mais escuro será o olho.

O procedimento é irreversível e dura apenas 20 segundos. O laser precisa ser calibrado para agir em uma frequência específica para interagir apenas com a camada de melanina na parte mais externa da íris.

Após até três semanas, a nova cor surge no paciente, segundo Homer. O médico levou dez anos para desenvolver a técnica e está realizando os primeiros testes em humanos. Ele afirma precisar dequase R$ 1,5 milhão para continuar os estudos clínicos.

Se tudo correr como Homer espera, a técnica deve estar disponível comercialmente daqui a 18 meses fora dos Estados Unidos e dentro de três anos para o público norte-americano. Por enquanto, o procedimento não possui autorização para aplicação clínica em nenhum lugar do mundo. O custo da cirurgia por paciente seria de quase R$ 8,5 mil.

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Comentário:

Não creio, que sejá possivel, modificar a melanina no olho, muito menos na parte mais externa. Se tudo ocorrer certo, vai ser uma coisa totalmente nova,

que provavelmnete sera muito usado por pessoas mais ricas, porque uma cirurgia dessas é realmente muito caro.

Relatório dos EUA aponta recorde nas emissões de gases em 2010

Projeto SAEMC contará com dados de 13 instituições de pesquisa da América do Sul na medição da qualidade do ar em quatro metrópoles do continente (Foto: Hans Thoursie / stock.xchng)

O volume de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global, liberado na atmosfera deu um salto sem precedentes em 2010, segundo os últimos dados mundiais sobre emissões de dióxido de carbono, compilados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos.

"Isso é grande", afirmou Tom Boden, diretor da Divisão de Ciências Ambientais do Centro de Análise de Informação sobre o Dióxido de Carbono, do Laboratório Nacional de Oak Ridge, no Tennessee. "Nossos dados remontam a 1751, mesmo antes da Revolução Indsutrial. Nunca antes nós vimos um aumento de 500 milhões de toneladas métricas de carbono em um único ano", acrescentou.

A elevação, medida de emissões de CO2 liberadas na atmosfera resultantes da queima de carvão e gás, alcançou cerca de 6% entre 2009 e 2010, subindo de 8,6 para 9,1 bilhões de toneladas métricas.

Grandes saltos foram registrados em Estados Unidos, China e Índia, os maiores poluidores do mundo. Picos significativos posteriores a 2009 também foram registrados em Arábia Saudita, Turquia, Rússia, Polônia e Cazaquistão.

Alguns países, como Suíça, Azerbaijão, Eslováquia, Espanha, Nova Zelândia e Paquistão tiveram reduções sutis entre 2009 e 2010, mas estes países foram exceções. Grande parte da Europa demonstrou uma elevação moderada.


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Comentário:

O fato de a quantidade de CO2 na nossa atmosfera aumentar,

é causado principalmente pelo desenteresse dos cientistas e biologos.
Que não propoem nada para combater isso, ou propoem mais não conseguem

fazer com que seu país coloque em pratica o que foi proposto.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Só 37% dos paulistanos com depressão procuram tratamento, aponta pesquisa

Apenas 37,3% dos paulistanos acometidos por um episódio de depressão no período de um ano procuraram tratamento, segundo estudo realizado por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). A pesquisa indicou ainda que 10,4% dos 5 mil entrevistados na região metropolitana de São Paulo tiveram depressão nos últimos 12 meses. O índice verificado em entrevistas, entre 2004 e 2007, foi o mais alto entre os 18 países que foram avaliados no trabalho.

Os países pesquisados foram divididos em dois grupos: alta renda (Bélgica, França, Alemanha, Israel, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Espanha e Estados Unidos) e baixa e média renda (Brasil – com dados exclusivamente de São Paulo –, Colômbia, Índia, China, Líbano, México, África do Sul e Ucrânia).

A professora do Departamento de Medicina Social da Universidade Federal do Espírito Santo Maria Carmen Viana confirma que a prevalência de pessoas com depressão, na metrópole, é elevada. "Semelhante [à prevalência] em países de primeiro mundo, onde a gente sabe que a depressão tem de fato uma sobrecarga global bastante elevada”, ressaltou a especialista, que trabalhou na elaboração do estudo.

Entre os brasileiros ouvidos para a pesquisa, 18,4% afirmaram ter tido depressão uma vez na vida. A média desse índice entre os países mais desenvolvidos economicamente foi de 14,6% e de 11,1% entre os de menor desenvolvimento econômico.

A falta de informação e de uma rede de atendimento adequada é, segundo Carmen, o principal fator para que a maioria dos afetados pela doença não procure tratamento. “É uma situação da desinformação acerca da depressão pela população geral. E uma desassistência da saúde mental do ponto de vista da saúde pública”.

Com campanhas de conscientização, a especialista acredita que a população estaria apta a perceber o aparecimento de sintomas da depressão. Ela explica que, como problema pode ser desencadeado por fatores externos, o doente não percebe que é portador de uma enfermidade. “Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está doente, ela acha que aquilo [sintomas] é em função daquilo que aconteceu de adversidade”.

Por isso, segundo Maria Carmen, há a necessidade de divulgar informações sobre a doença, principalmente sobre os sintomas depressivos. São sinais que vão desde a tristeza e cansaço constantes, passando pela insônia e falta de autoestima, até os pensamentos suicidas. “É importante que se saiba a diferença entre uma tristeza normal, que não é motivo de tratamento e a depressão doença, onde há vários sintomas identificáveis clinicamente”, destaca a pesquisadora. Ela ressalta ainda que a depressão está associada a uma série de outras doenças, como problemas cardíacos e hipertensão.

Os resultados do estudo da OMS, que indica que a doença é uma preocupação considerável para a saúde pública em todas as regiões do mundo e tem ligação com as condições sociais em alguns dos países avaliados, foram apresentados no artigo Epidemiologia Transnacional do Episódio Depressivo Maior, publicado na última terça-feira (26), na revista de acesso aberto BMC Medicine.

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Comentário:

A depressão é um dos problemas que mais afeta a população

de todo o mundo. O que pode atrapalhar em muitas coisas,

tanto na vida da pessoa como as pessoas que convivem com

tal pessoa com depressão.

Defeito em proteína pode ser uma das causas de infertilidade masculina

Espermatozóides normais são capazes de alcançar e fecundar o óvulo  (Foto: Ted Tollner/UC Davis)

A infertilidade masculina pode ser causada por uma perda de proteína no esperma, de acordo com um estudo divulgado nesta semana. O defeito é genético e impede os espermatozoides de alcançarem o óvulo da mulher.

Pelo menos metade dos casos de infertilidade em casais tem suas causas no homem. Em 70% dos homens inférteis o problema não está nem na quantidade nem na qualidade dos espermatozoides.

Para fecundar um óvulo, o espermatozoide precisa evitar o sistema de defesa do organismo da mulher – para que ele não o reconheça como um “intruso” e o destrua. Passar com segurança por todo o trajeto é responsabilidade de uma proteína chamada “DEFB126”.

Agora, a equipe liderada por Gary Cherr, da Universidade da Califórnia em Davis, afirma que parte dos homens possui um defeito no gene que controla a produção dessa proteína e a impede de fazer seu trabalho.

De acordo com o trabalho, metade da população masculina possui ao menos uma cópia do gene com defeito; um quarto possui duas cópias. E mais: os exames normais de infertilidade não detectam o problema.

A descoberta pode render novas formas de diagnosticar e tratar a infertilidade, segundo os pesquisadores.

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Comentário:

Deve haver uma grande quantidade de homens inférteis no mundo todo,

por causa de tal proteína. Agora que sabemos sobre tal noticia,

fica mais fácil descobrirmos os motivos do problema.